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	<title>Comentários sobre Administrara</title>
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	<description>Sindicato dos Administradores do Município de Araraquara</description>
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		<title>Comentário sobre Informações Sobre o Registro no CRA por CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/normas-legais/informacoes-sobre-o-registro-no-cra/#comment-23</link>
		<dc:creator>CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 02:49:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Clique aqui para maiores informações sobre o Registro Profissional [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Clique aqui para maiores informações sobre o Registro Profissional [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Lei nº 4769 de 09 de setembro de 1965 por CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/normas-legais/lei-n%c2%ba-4769-de-09-de-setembro-de-1965/#comment-22</link>
		<dc:creator>CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 02:05:02 +0000</pubDate>
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		<description>[...] em seu objeto social alguma das atividades previstas como atividades privativas como prevê a Lei 4769/65 onde sabemos que muitas vezes é colocada uma série de atividades sem que a empresa a desempenhe [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] em seu objeto social alguma das atividades previstas como atividades privativas como prevê a Lei 4769/65 onde sabemos que muitas vezes é colocada uma série de atividades sem que a empresa a desempenhe [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Atividades Relacionadas a Administração por CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/normas-legais/atividades-relacionadas-a-administracao/#comment-21</link>
		<dc:creator>CRA-SP e ADMINISTRARA iniciam fiscalização em conjunto na região Central Paulista &#171; Administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 01:37:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Clique aqui para ver lista de atividades. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Clique aqui para ver lista de atividades. [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Atividades Relacionadas a Administração por Administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/normas-legais/atividades-relacionadas-a-administracao/#comment-20</link>
		<dc:creator>Administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 01:36:53 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Atividades Relacionadas a&#160;Administração [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Atividades Relacionadas a&nbsp;Administração [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Protegido: Lista de Empresas Abrangidas por Contribuição Sindical Laboral é até 30 de abril &#171; Administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/contribuicao-sindical/lista-de-empresas-abrangidas/#comment-19</link>
		<dc:creator>Contribuição Sindical Laboral é até 30 de abril &#171; Administrara</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:40:56 +0000</pubDate>
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		<description>Comentários protegidos: digite sua senha para ver os comentários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<form action="http://administrara.wordpress.com/wp-pass.php" method="post">
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	<item>
		<title>Comentário sobre Walter Orloski é eleito para o Conselho do Sicoob Central Cecresp por Matheus Bernardo Delbon</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/2009/03/11/administrara-tem-canditado-a-siccob-central-cecresp/#comment-17</link>
		<dc:creator>Matheus Bernardo Delbon</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:26:34 +0000</pubDate>
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		<description>Walter boa sorte nesta empreitada, estou certo da grande competência, e saiba que tenho em você um grande ícone na área financeira, e que muito fará pelo cooperativismo de crédito em nosso estado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Walter boa sorte nesta empreitada, estou certo da grande competência, e saiba que tenho em você um grande ícone na área financeira, e que muito fará pelo cooperativismo de crédito em nosso estado.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Cursos e Eventos por itamar Revoredo Kunert</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/cursos-e-eventos/#comment-14</link>
		<dc:creator>itamar Revoredo Kunert</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 12:15:00 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Amigo, 

Caso necessite de um curso de pericia judicial e calculo trabalhista para Administrador baseado na justiçao do trabalho, tenho montado com 12 horas de duraçao totalmente pratico.

Atenciosamente
Itamar R. Kunert
FEBRAD/SINASA
(13) 8127.6950</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Amigo, </p>
<p>Caso necessite de um curso de pericia judicial e calculo trabalhista para Administrador baseado na justiçao do trabalho, tenho montado com 12 horas de duraçao totalmente pratico.</p>
<p>Atenciosamente<br />
Itamar R. Kunert<br />
FEBRAD/SINASA<br />
(13) 8127.6950</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Notícias por Febrad</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/noticias/#comment-13</link>
		<dc:creator>Febrad</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 00:53:57 +0000</pubDate>
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		<description>28/10/2008 - CAMPANHAS SALARIAIS 
Crise financeira torna acordos salariais mais difíceis no trimestre 
A crise financeira mundial já está sendo usada como argumento pelas empresas nas negociações salariais deste último trimestre, entre elas as que envolvem papeleiros, químicos e comerciários. Categorias com data-base em setembro, mesmo com negociações concluídas agora em outubro, ainda obtiveram ganhos reais expressivos, entre 1,5% a 3,95%. A Petrobras ofereceu aumento real de 2,6% a 3,5%, e os bancários receberam entre 1% e 2,85% de ganho acima da inflação após 15 dias de greve. Uma exceção foi o acordo dos trabalhadores da Telefônica, que apenas repôs a inflação. 

A Klabin e a Votorantim Celulose e Papel (VCP) estão oferecendo o reajuste com base nos índices de inflação, de 7,04%, enquanto os trabalhadores, que começaram a campanha pedindo 5% de aumento real, agora já admitem fechar acordo com reajuste total de 7,5% - menos de 0,5% de ganho real. Mesmo assim, as duas empresas argumentam que sofreram prejuízos decorrentes da crise financeira, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Papeleiros (Sinap), Mário Ventura. Ele não descarta a possibilidade de uma paralisação para forçar novas negociações.  


Referenciais

O sindicato baseia sua reivindicação no crescimento do setor no primeiro semestre deste ano em relação a 2007, no saldo da balança comercial e na alta de 19,5% do preço da celulose. O impasse, segundo o dirigente, foi inesperado. &quot;Não dá para admitir que grandes empresas, que até três meses atrás anunciavam grandes investimentos, com relevante crescimento, queiram apenas negociar com base na inflação&quot;, diz. As demais empresas, segundo o sindicato, ainda se mostram dispostas a conversar sobre o aumento de 7,5%, o que significaria 0,46% de aumento real, e um abono de R$ 850.   


Com data-base em 1º de novembro, as negociações no setor químico começaram semana passada. A contraproposta das empresas é esperada até 31 e outubro. A categoria reivindica reposição da inflação (INPC de 6,72%) mais 7,5% de aumento real. O ganho pedido é maior que em 2007, quando o grupo conseguiu 1,5% de reajuste acima da inflação. Segundo o diretor do Sindicato dos Químicos de São Paulo, Edson Passoni, a dificuldade tem sido incluir um ganho de produtividade no reajuste.   


As negociações já começaram também para o setor aéreo. A categoria tem como primeira reivindicação um reajuste de 13%, considerando inflação de 7,25% mais o crescimento da economia. Para o piso salarial, o aumento pedido é de 30%. No ano passado, o reajuste obtido foi de 5% acima da inflação do período. &quot;O setor tem crescido acima do PIB nos últimos anos, mas sabemos que há dificuldades. A grande preocupação é a crise financeira&quot;, diz Celso Klafke , presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT). O começo das negociações com as empresas está marcado para o dia 4 de novembro.   


Comerciários

Uma categoria com data-base em setembro, e que ainda não concluiu a negociação salarial é a do comércio. A campanha está pendente para 58% da categoria na cidade de São Paulo. Como a crise afetou os prazos de pagamento e elevou o custo do crediário, o sindicato diz que as empresas têm argumentado que não é possível negociar reajustes mais altos. &quot;As negociações estão sendo dificílimas apesar de ter sido um ano bom para o comércio. As empresas têm apresentado perspectivas ruins, possibilidade de dispensas e diminuição da contratação de temporários no fim do ano&quot;, diz Ricardo Patah, presidente do Sindicatos dos Comerciários de São Paulo.   


A categoria pede 10% de reajuste para manter o ritmo de quatro anos com ganhos reais. Com o sindicato patronal dos lojistas (grupo que reúne 42% dos trabalhadores do setor), foi obtido no último dia 16 um reajuste de 9%. O acordo também elevou de 50% para 60% o adicional de hora-extra e deu estabilidade de 30 dias após o retorno de férias. Para os demais trabalhadores está sendo oferecido reajuste de 8,5%, mas o sindicato quer os mesmos 9%. Em 2007, o reajuste total foi de 6,3%.   


Petroleiros

Entre os grupos que já fecharam acordo e conseguiram aumentos além da inflação até setembro (de 7,15% pelo INPC), está o dos petroleiros, que conseguiram aumento real de 2,6% a 3,5% para quem está na ativa e reajuste de 6,17% para os aposentados.   


A proposta feita pela Petrobras no começo da semana passada embute reposição da inflação de 7,15% pelo INPC, mais aumento real de 2,5% a 3,5% para quem está na ativa e de 6,17% para os aposentados. Ela está sendo apresentada em assembléia aos funcionários. Hoje ocorrem assembléias em São Paulo, Pernambuco e Paraíba. Nos demais Estados ela tem sido aprovada segundo orientação da direção da Federação Única dos Petroleiros (FUP). &quot;A nossa avaliação é de que a negociação chegou a um bom termo&quot;, diz João Antônio Moraes, coordenador da FUP.   


A reivindicação inicial da categoria era de reposição da inflação mais 5% de aumento real. A Petrobras ofereceu 1,5% de ganho além da inflação. A crise financeira estourou quando a empresa apresentava sua terceira contraproposta, e, segundo o dirigente sindical, as perdas com a queda do preço do petróleo e a crise internacional no mercado de crédito foram argumentos levantados pela estatal para negociar reajustes menores. &quot;A crise não afeta os ganhos que a empresa teve no último ano, que é o resultado usado para reivindicar aumento&quot;, diz Moraes.   


Na avaliação da entidade, ter um resultado melhor este ano foi importante diante do cenário indefinido para o ano que vem. &quot;Não sabemos onde essa crise vai parar, mas essa campanha, de certa forma, nos protege contra efeitos negativos&quot;, diz Moraes.   


Bancários

Os bancários fecharam na semana passada - após greve de 15 dias - acordo com reajuste de 10%. A reivindicação inicial era de aumento real de 5%, e os bancos ofereciam 1,85% de alta real. Para os bancários que ganham acima de R$ 2,5 mil, o reajuste será de 8,15%.   


Os trabalhadores têxteis de Blumenau também buscaram seu reajuste por meio de greve, que durou 11 dias e contou com a participação de 5 mil dos 30 mil trabalhadores da base. A última greve tinha sido registrada em 1989. O acordo, fechado em 17 de outubro, fixou aumento salarial de 8,15%, sendo de 11,55% para o piso, que passou para R$ 616. &quot;A atual crise financeira foi um dos motivos para reter o reajuste em menos de 1% de aumento real&quot;, informou Vivian Bertoldi, presidente do sindicato da categoria, o Sintrafite. Os empregados iniciaram as negociações reivindicando 15% de reajuste.   


Metalúrgicos

Os metalúrgicos da base da Força Sindical no Estado de São Paulo começaram a campanha salarial pedindo 20% de reajuste. No começo deste mês eles conseguiram fechar acordos de 11,1% de aumento salarial com algumas empresas do grupo de máquinas e eletroeletrônicos, e houve paralisações em casos onde o acordo não avançou.   


Na sexta-feira (24), foram fechados acordos de reajustes de 10,34% a 10,99% com os demais setores, ficando pendente apenas a negociação com o grupo 10, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). &quot;Os empresários estão tentando usar a crise para enterrar a campanha, mas nós negociamos sobre ganhos obtidos pelas empresas&quot;, diz Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. No ano passado, eles conseguiram 2,2% de aumento real.   


A data-base dos mineiros da Vale é dia 1º de novembro. Paulo Soares, presidente do sindicato Metabase dos mineiros extrativistas da região de Itabira, que abarca 32 cidades, informou que a categoria vai receber um reajuste de 7% conforme negociação feita em 2007. &quot;Foi um acordo feito com a Vale de fechar um percentual de reajuste para valer dois anos seguidos&quot;.   


Soares, que pertence a central sindical Conlutas, ligada ao PSTU, dissidência do PT, prevê que este ano, ao contrário do ano passado quando tiveram um ganho real de 1,3% , vão ter perdas. O ICV do Dieese, índice usado pela Vale, deve bater em 7,3% a 7,4% em doze meses até outubro. &quot;O acordo vai trazer prejuízo para a gente&quot;, diz. (Fonte: Valor Econômico; intertítulos do Diap)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>28/10/2008 &#8211; CAMPANHAS SALARIAIS<br />
Crise financeira torna acordos salariais mais difíceis no trimestre<br />
A crise financeira mundial já está sendo usada como argumento pelas empresas nas negociações salariais deste último trimestre, entre elas as que envolvem papeleiros, químicos e comerciários. Categorias com data-base em setembro, mesmo com negociações concluídas agora em outubro, ainda obtiveram ganhos reais expressivos, entre 1,5% a 3,95%. A Petrobras ofereceu aumento real de 2,6% a 3,5%, e os bancários receberam entre 1% e 2,85% de ganho acima da inflação após 15 dias de greve. Uma exceção foi o acordo dos trabalhadores da Telefônica, que apenas repôs a inflação. </p>
<p>A Klabin e a Votorantim Celulose e Papel (VCP) estão oferecendo o reajuste com base nos índices de inflação, de 7,04%, enquanto os trabalhadores, que começaram a campanha pedindo 5% de aumento real, agora já admitem fechar acordo com reajuste total de 7,5% &#8211; menos de 0,5% de ganho real. Mesmo assim, as duas empresas argumentam que sofreram prejuízos decorrentes da crise financeira, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Papeleiros (Sinap), Mário Ventura. Ele não descarta a possibilidade de uma paralisação para forçar novas negociações.  </p>
<p>Referenciais</p>
<p>O sindicato baseia sua reivindicação no crescimento do setor no primeiro semestre deste ano em relação a 2007, no saldo da balança comercial e na alta de 19,5% do preço da celulose. O impasse, segundo o dirigente, foi inesperado. &#8220;Não dá para admitir que grandes empresas, que até três meses atrás anunciavam grandes investimentos, com relevante crescimento, queiram apenas negociar com base na inflação&#8221;, diz. As demais empresas, segundo o sindicato, ainda se mostram dispostas a conversar sobre o aumento de 7,5%, o que significaria 0,46% de aumento real, e um abono de R$ 850.   </p>
<p>Com data-base em 1º de novembro, as negociações no setor químico começaram semana passada. A contraproposta das empresas é esperada até 31 e outubro. A categoria reivindica reposição da inflação (INPC de 6,72%) mais 7,5% de aumento real. O ganho pedido é maior que em 2007, quando o grupo conseguiu 1,5% de reajuste acima da inflação. Segundo o diretor do Sindicato dos Químicos de São Paulo, Edson Passoni, a dificuldade tem sido incluir um ganho de produtividade no reajuste.   </p>
<p>As negociações já começaram também para o setor aéreo. A categoria tem como primeira reivindicação um reajuste de 13%, considerando inflação de 7,25% mais o crescimento da economia. Para o piso salarial, o aumento pedido é de 30%. No ano passado, o reajuste obtido foi de 5% acima da inflação do período. &#8220;O setor tem crescido acima do PIB nos últimos anos, mas sabemos que há dificuldades. A grande preocupação é a crise financeira&#8221;, diz Celso Klafke , presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil (Fentac/CUT). O começo das negociações com as empresas está marcado para o dia 4 de novembro.   </p>
<p>Comerciários</p>
<p>Uma categoria com data-base em setembro, e que ainda não concluiu a negociação salarial é a do comércio. A campanha está pendente para 58% da categoria na cidade de São Paulo. Como a crise afetou os prazos de pagamento e elevou o custo do crediário, o sindicato diz que as empresas têm argumentado que não é possível negociar reajustes mais altos. &#8220;As negociações estão sendo dificílimas apesar de ter sido um ano bom para o comércio. As empresas têm apresentado perspectivas ruins, possibilidade de dispensas e diminuição da contratação de temporários no fim do ano&#8221;, diz Ricardo Patah, presidente do Sindicatos dos Comerciários de São Paulo.   </p>
<p>A categoria pede 10% de reajuste para manter o ritmo de quatro anos com ganhos reais. Com o sindicato patronal dos lojistas (grupo que reúne 42% dos trabalhadores do setor), foi obtido no último dia 16 um reajuste de 9%. O acordo também elevou de 50% para 60% o adicional de hora-extra e deu estabilidade de 30 dias após o retorno de férias. Para os demais trabalhadores está sendo oferecido reajuste de 8,5%, mas o sindicato quer os mesmos 9%. Em 2007, o reajuste total foi de 6,3%.   </p>
<p>Petroleiros</p>
<p>Entre os grupos que já fecharam acordo e conseguiram aumentos além da inflação até setembro (de 7,15% pelo INPC), está o dos petroleiros, que conseguiram aumento real de 2,6% a 3,5% para quem está na ativa e reajuste de 6,17% para os aposentados.   </p>
<p>A proposta feita pela Petrobras no começo da semana passada embute reposição da inflação de 7,15% pelo INPC, mais aumento real de 2,5% a 3,5% para quem está na ativa e de 6,17% para os aposentados. Ela está sendo apresentada em assembléia aos funcionários. Hoje ocorrem assembléias em São Paulo, Pernambuco e Paraíba. Nos demais Estados ela tem sido aprovada segundo orientação da direção da Federação Única dos Petroleiros (FUP). &#8220;A nossa avaliação é de que a negociação chegou a um bom termo&#8221;, diz João Antônio Moraes, coordenador da FUP.   </p>
<p>A reivindicação inicial da categoria era de reposição da inflação mais 5% de aumento real. A Petrobras ofereceu 1,5% de ganho além da inflação. A crise financeira estourou quando a empresa apresentava sua terceira contraproposta, e, segundo o dirigente sindical, as perdas com a queda do preço do petróleo e a crise internacional no mercado de crédito foram argumentos levantados pela estatal para negociar reajustes menores. &#8220;A crise não afeta os ganhos que a empresa teve no último ano, que é o resultado usado para reivindicar aumento&#8221;, diz Moraes.   </p>
<p>Na avaliação da entidade, ter um resultado melhor este ano foi importante diante do cenário indefinido para o ano que vem. &#8220;Não sabemos onde essa crise vai parar, mas essa campanha, de certa forma, nos protege contra efeitos negativos&#8221;, diz Moraes.   </p>
<p>Bancários</p>
<p>Os bancários fecharam na semana passada &#8211; após greve de 15 dias &#8211; acordo com reajuste de 10%. A reivindicação inicial era de aumento real de 5%, e os bancos ofereciam 1,85% de alta real. Para os bancários que ganham acima de R$ 2,5 mil, o reajuste será de 8,15%.   </p>
<p>Os trabalhadores têxteis de Blumenau também buscaram seu reajuste por meio de greve, que durou 11 dias e contou com a participação de 5 mil dos 30 mil trabalhadores da base. A última greve tinha sido registrada em 1989. O acordo, fechado em 17 de outubro, fixou aumento salarial de 8,15%, sendo de 11,55% para o piso, que passou para R$ 616. &#8220;A atual crise financeira foi um dos motivos para reter o reajuste em menos de 1% de aumento real&#8221;, informou Vivian Bertoldi, presidente do sindicato da categoria, o Sintrafite. Os empregados iniciaram as negociações reivindicando 15% de reajuste.   </p>
<p>Metalúrgicos</p>
<p>Os metalúrgicos da base da Força Sindical no Estado de São Paulo começaram a campanha salarial pedindo 20% de reajuste. No começo deste mês eles conseguiram fechar acordos de 11,1% de aumento salarial com algumas empresas do grupo de máquinas e eletroeletrônicos, e houve paralisações em casos onde o acordo não avançou.   </p>
<p>Na sexta-feira (24), foram fechados acordos de reajustes de 10,34% a 10,99% com os demais setores, ficando pendente apenas a negociação com o grupo 10, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). &#8220;Os empresários estão tentando usar a crise para enterrar a campanha, mas nós negociamos sobre ganhos obtidos pelas empresas&#8221;, diz Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes. No ano passado, eles conseguiram 2,2% de aumento real.   </p>
<p>A data-base dos mineiros da Vale é dia 1º de novembro. Paulo Soares, presidente do sindicato Metabase dos mineiros extrativistas da região de Itabira, que abarca 32 cidades, informou que a categoria vai receber um reajuste de 7% conforme negociação feita em 2007. &#8220;Foi um acordo feito com a Vale de fechar um percentual de reajuste para valer dois anos seguidos&#8221;.   </p>
<p>Soares, que pertence a central sindical Conlutas, ligada ao PSTU, dissidência do PT, prevê que este ano, ao contrário do ano passado quando tiveram um ganho real de 1,3% , vão ter perdas. O ICV do Dieese, índice usado pela Vale, deve bater em 7,3% a 7,4% em doze meses até outubro. &#8220;O acordo vai trazer prejuízo para a gente&#8221;, diz. (Fonte: Valor Econômico; intertítulos do Diap)</p>
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		<title>Comentário sobre Notícias por administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/noticias/#comment-12</link>
		<dc:creator>administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 18:59:28 +0000</pubDate>
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		<description>O ESTADO DE S. PAULO - METRÓPOLE - 20/12/2008
Isento de ISS, autônomo não deve baixar preços


A maior parte dos sindicatos de classe consultados pelo Estado acredita que a isenção do Imposto Sobre Serviços (ISS) não vai diminuir o valor dos serviços prestados. A medida foi aprovada pela Câmara Municipal na madrugada de 19/12.

&quot;Não terá impacto sobre o preço dos serviços&quot;, diz Paulo Afonso Costa, diretor administrativo do Sindicato de Arquitetos do Estado de São Paulo (Sasp). A categoria pertence ao grupo que paga a maior taxa anual de imposto: R$ 980,15.

A mesma posição é defendida pela Associação dos Advogados de São Paulo (AASP). De acordo com o presidente da entidade, Márcio Kayatt, a redução é positiva, pois trará &quot;alívio financeiro&quot; para muitos advogados em tempos de crise. &quot;Mas não dá para dizer que os clientes serão beneficiados, pois o ISS é um dos impostos menos impactantes.&quot;

Os engenheiros são os únicos que discordam. &quot;Com a isenção, o engenheiro pode diminuir os preços dos projetos e atender um número maior de clientes&quot;, diz o presidente do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, Murilo Pinheiro. Segundo ele, a categoria batalhou muito para a queda do ISS, que representava até 20% do valor do projeto.

MÔNICA CARDOSO e RENATO MACHADO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O ESTADO DE S. PAULO &#8211; METRÓPOLE &#8211; 20/12/2008<br />
Isento de ISS, autônomo não deve baixar preços</p>
<p>A maior parte dos sindicatos de classe consultados pelo Estado acredita que a isenção do Imposto Sobre Serviços (ISS) não vai diminuir o valor dos serviços prestados. A medida foi aprovada pela Câmara Municipal na madrugada de 19/12.</p>
<p>&#8220;Não terá impacto sobre o preço dos serviços&#8221;, diz Paulo Afonso Costa, diretor administrativo do Sindicato de Arquitetos do Estado de São Paulo (Sasp). A categoria pertence ao grupo que paga a maior taxa anual de imposto: R$ 980,15.</p>
<p>A mesma posição é defendida pela Associação dos Advogados de São Paulo (AASP). De acordo com o presidente da entidade, Márcio Kayatt, a redução é positiva, pois trará &#8220;alívio financeiro&#8221; para muitos advogados em tempos de crise. &#8220;Mas não dá para dizer que os clientes serão beneficiados, pois o ISS é um dos impostos menos impactantes.&#8221;</p>
<p>Os engenheiros são os únicos que discordam. &#8220;Com a isenção, o engenheiro pode diminuir os preços dos projetos e atender um número maior de clientes&#8221;, diz o presidente do Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, Murilo Pinheiro. Segundo ele, a categoria batalhou muito para a queda do ISS, que representava até 20% do valor do projeto.</p>
<p>MÔNICA CARDOSO e RENATO MACHADO</p>
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		<title>Comentário sobre Notícias por administrara</title>
		<link>http://administrara.wordpress.com/noticias/#comment-11</link>
		<dc:creator>administrara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2008 18:58:07 +0000</pubDate>
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		<description>19/12/2008 - Trabalho no comércio em feriados depende de permissão em convenção coletiva (Notícias TRT - 3ª Região)
       
O trabalho em feriados nas atividades do comércio em geral depende de permissão em convenção coletiva do trabalho, com exceção das atividades abrangidas pelo Decreto nº 27.048/49, que regulamentou a Lei nº 605/49 (postos de gasolina, restaurantes, varejistas de peixe, etc.). Com base nesse fundamento, a 2ª Turma do TRT-MG manteve a sentença que determinou que a reclamada se abstenha de exigir ou receber trabalho de seus empregados nos feriados, uma vez que não havia autorização expressa nesse sentido na convenção coletiva da categoria.

A partir da edição da Lei 11.603/2007, o trabalho no comércio nos dias feriados está condicionado à existência de autorização expressa em convenção coletiva. A matéria está prevista na Lei 10.101/2000, alterada pela Lei 11.603/07, que estabelece expressamente em seu artigo 2º: &quot;É permitido o trabalho em feriados nas atividades do comércio em geral, desde que autorizado em convenção coletiva de trabalho e observada a legislação municipal, nos termos do art. 30, inciso I, da Constituição&quot; .

No caso, a reclamada ajuizou Mandado de Segurança perante a Justiça Federal, tendo obtido a concessão de liminar para que a Delegacia Regional do Trabalho se abstenha de fazer autuações e multá-la por funcionamento em domingos e feriados. Porém, segundo esclarecimentos do relator do recurso, desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, essa decisão não produz mais efeitos, uma vez que a sua publicação é muito anterior à nova regulamentação da matéria.

Nesse contexto, considerando que a convenção coletiva da categoria autorizou o funcionamento dos estabelecimentos comerciais vinculados à Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais e a utilização de mão-de-obra somente nos feriados de 15.11.2008 e 08.12.2008, a ré não poderia exigir que seus funcionários trabalhassem nos demais feriados. Assim, a Turma concluiu que não foi preenchido o requisito estabelecido por lei, negando provimento ao recurso da reclamada. (RO nº 00694-2008-092-03-00-2)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>19/12/2008 &#8211; Trabalho no comércio em feriados depende de permissão em convenção coletiva (Notícias TRT &#8211; 3ª Região)</p>
<p>O trabalho em feriados nas atividades do comércio em geral depende de permissão em convenção coletiva do trabalho, com exceção das atividades abrangidas pelo Decreto nº 27.048/49, que regulamentou a Lei nº 605/49 (postos de gasolina, restaurantes, varejistas de peixe, etc.). Com base nesse fundamento, a 2ª Turma do TRT-MG manteve a sentença que determinou que a reclamada se abstenha de exigir ou receber trabalho de seus empregados nos feriados, uma vez que não havia autorização expressa nesse sentido na convenção coletiva da categoria.</p>
<p>A partir da edição da Lei 11.603/2007, o trabalho no comércio nos dias feriados está condicionado à existência de autorização expressa em convenção coletiva. A matéria está prevista na Lei 10.101/2000, alterada pela Lei 11.603/07, que estabelece expressamente em seu artigo 2º: &#8220;É permitido o trabalho em feriados nas atividades do comércio em geral, desde que autorizado em convenção coletiva de trabalho e observada a legislação municipal, nos termos do art. 30, inciso I, da Constituição&#8221; .</p>
<p>No caso, a reclamada ajuizou Mandado de Segurança perante a Justiça Federal, tendo obtido a concessão de liminar para que a Delegacia Regional do Trabalho se abstenha de fazer autuações e multá-la por funcionamento em domingos e feriados. Porém, segundo esclarecimentos do relator do recurso, desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, essa decisão não produz mais efeitos, uma vez que a sua publicação é muito anterior à nova regulamentação da matéria.</p>
<p>Nesse contexto, considerando que a convenção coletiva da categoria autorizou o funcionamento dos estabelecimentos comerciais vinculados à Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais e a utilização de mão-de-obra somente nos feriados de 15.11.2008 e 08.12.2008, a ré não poderia exigir que seus funcionários trabalhassem nos demais feriados. Assim, a Turma concluiu que não foi preenchido o requisito estabelecido por lei, negando provimento ao recurso da reclamada. (RO nº 00694-2008-092-03-00-2)</p>
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